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Desenvolvimento é a vocação do Rio Grande, por Evandro Fontana*

Artigo
Secretário adjunto da Sdect, Evandro Fontana - Foto: Sdect - Download HD (67,00 kB)

O ano de 2018 começa com boas perspectivas para o Rio Grande do Sul. Por um lado, o governo do Estado tem avançado na gestão da máquina pública com medidas adotadas pelo governador José Ivo Sartori. Por outro, a economia gaúcha dá sinais de retomada. A criação de um ambiente mais favorável aos negócios tem sido um dos objetivos da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia. Em 2017, houve anúncios de investimentos como os da GM, com R$ 1,4 bilhão, Stihl, com R$ 300 milhões, e Lactalis, com mais de R$ 100 milhões, entre outros. Também há empresas que tiveram retração por conta da crise, que retomam suas atividades. Com este trabalho, o estado assumiu a liderança nacional na geração de empregos formais em números absolutos levantados em novembro. 

Na carteira da Sala do Investidor do Estado, desde 2015 entraram em operação R$ 4 bilhões em novos projetos empresariais. Outros R$ 4,7 bilhões estão em execução, com perspectivas de novos empregos. E as exportações também reagem positivamente, com produtos de maior valor agregado e alta tecnologia que chegam a mais de 200 países com os quais mantemos relações via câmaras de comércio e embaixadas. 

Um ecossistema favorável aos negócios depende de uma estrutura pública eficaz. A Junta Comercial, Industrial e de Serviços se modernizou, liberando a documentação para novos negócios num prazo de cinco dias. Até pouco tempo, a demora era de semanas ou meses. E para fomentar as vocações regionais, os Arranjos Produtivos Locais e Núcleos de Extensão Produtiva, os Parques e Polos Tecnológicos e as Incubadoras, em parceria com universidades, recebem recursos do Estado oriundos do Banco Mundial. Estes programas contribuem para que sejamos referência nacional em inovação. O Rio Grande do Sul é o segundo estado brasileiro no índice de inovação, atrás apenas de São Paulo, e o primeiro em registro de patentes e em densidade de doutores.              

Estamos atentos aos rumos da nova economia baseada na criação de startups, na utilização de fontes renováveis de energia e na indústria 4.0. E todos estes fatores, somados a uma condução séria e responsável das ações governamentais, fazem aumentar as perspectivas de um estado cada vez mais competitivo, com oportunidades para todos e mais desenvolvimento.  

Secretário do Desenvolvimento Econômico, 
Ciência e Tecnologia do RS, em exercício


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