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Seminário reforça atenção e vigilância sobre o suicídio no Rio Grande do Sul

As 600 vagas para o seminário se esgotaram há mais de duas semanas, demonstrando a importância do tema
As 600 vagas para o seminário se esgotaram há mais de duas semanas, demonstrando a importância do tema - Foto: Divulgação/SES - Download HD (2,02 MB)

Mais de 600 profissionais de saúde participam, nesta quarta-feira (13), do 3º Seminário Estadual Intersetorial Promoção da Vida e Prevenção do Suicídio, que está ocorrendo no auditório do Ministério Público, em Porto Alegre. A atividade integra a programação do Setembro Amarelo, mês que trata a prevenção do suicídio.

Capacitar quem trabalha com o tema para a compreensão do suicídio, conscientizar a respeito da importância do tema e como lidar com indivíduos em situação de risco e de crise são os principais objetivos do encontro.

Superando as expectativas dos organizadores, as 600 vagas para o seminário se esgotaram há mais de duas semanas. O Rio Grande do Sul é um dos estados com maior índice de suicídios no país, alcançando mais de mil mortes autoprovocadas por ano.

Na abertura do encontro, o secretário da Saúde, João Gabbardo dos Reis, ressaltou a importância das notificações de tentativas de suicídio, as quais, por muitas vezes, não são realizadas pelos serviços de saúde. “O primeiro passo para identificar as causas e a melhor maneira de agir é a informação”, destacou.

Segundo estimativas previstas na literatura médica, para cada óbito por suicídio existem outras 10 tentativas. Em 2015 (dado consolidado mais recente), foram 1.139 casos no Rio Grande do Sul. O total de notificações de tentativas no mesmo ano foi de 3,2 mil casos, quando a previsão é que possa ter havido em torno de 11 mil tentativas.

A secretária de Desenvolvimento Social, Trabalho, Justiça e Direitos Humanos, Maria Helena Sartori, destacou a importância do trabalho do Comitê Estadual de Promoção da Vida e Prevenção do Suicídio e também salientou a necessidade de prestar atenção aos primeiros sinais para evitar as mortes.

“Estamos tratando de uma questão que já foi tabu, é necessário falar, esclarecer. Precisamos estar atentos, não apenas o poder público, mas também as famílias, os amigos e as escolas. Temos que prestar atenção a mudanças repentinas de comportamento e buscar ajuda profissional. E nós, enquanto governo, precisamos promover políticas públicas que estejam alinhadas e que se complementem. É justamente neste sentido que o comitê vem trabalhando”, afirmou.

Texto: Ascom SES
Edição: Sílvia Lago/Secom


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