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Executivo afirma que solução para crise financeira depende de adesão ao Regime de Recuperação Fiscal

Executivo afirma que solução para crise financeira depende de adesão ao Regime de Recuperação Fiscal
Para o chefe da Casa Civil, a paralisação dos professores não acrescenta nada à busca de soluções para a crise financeira do Rio Grande do Sul - Foto: Nabor Goulart/Casa Civil - Download HD (1,02 MB)

A solução para o fim do parcelamento dos salários dos servidores depende da adesão do Estado ao Regime de Recuperação Fiscal. Esse foi o posicionamento do governo, repassado pelo chefe da Casa Civil, Fábio Branco, e o líder do governo na Assembleia, deputado Gabriel Souza, ao comando de greve do Cpers Sindicato, na tarde desta terça-feira (12), em encontro na Assembleia Legislativa.

Uma nova reunião já está agendada para esta quinta-feira (14), com representantes das secretarias da Fazenda e da Educação e da Casa Civil, para apresentação dos números da receita e das despesas do Estado, evidenciando a situação financeira agravada nos últimos anos.

O encontro com o comando de greve ocorreu após manifestação dos professores em frente ao Palácio Piratini. A reunião tinha como objetivo estabelecer as diretrizes para que a categoria encerre a greve iniciada no dia 5 de setembro.

Para o chefe da Casa Civil, a paralisação dos professores não acrescenta nada à busca de soluções para a crise financeira do Rio Grande do Sul. "É preciso ser realista e ter responsabilidade com as finanças do Estado. No passado, foram contraídos empréstimos e utilizados os depósitos judiciais, entre outras medidas. Agora, a alternativa é cumprir as determinações do Tesouro Nacional para adesão ao Regime de Recuperação Fiscal", afirmou.

Atualmente, o Rio Grande do Sul gasta 54,1% dos recursos com servidores inativos e 75% da arrecadação com a folha de pagamento. Apesar das dificuldades, os salários continuam sendo pagos no mês corrente, nunca ultrapassando o dia 15, como vem acontecendo em outros estados. O déficit financeiro do Rio Grande do Sul supera R$ 1 bilhão, por conta de receitas insuficientes para honrar as despesas e da limitação cada vez maior de fontes extraordinárias de recursos.

Participaram da reunião, além da presidente do Cpers Sindicato, Helenir Aguiar Schurer, dirigentes sindicais e jornalistas, os deputados Manoela D'Ávila, Pedro Ruas e Valdeci Oliveira.



Texto: Rodrigo Vizzotto/Ascom Casa Civil
Edição: Denise Camargo/Secom


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